news hq's

 VEJAM AQUI, CAROS AMIGOS E ALUNOS (OU NÃO) , O QUANTO SE COBRA PARA MINISTRAR, ENSINAR, ETC E TAL, OS CURSOS QUE EU FAÇO E COM MAIS DURAÇÃO E CONTEÚDO,  AQUI EM MACAPÁ, POR UM VALOR QUE NÃO CHEGA NEM PERTO DE QUANTO ESSE PESSOAL COBRA.  TIREM SUAS CONCLUSÕES. DEPOIS TEM GENTE DIZENDO QUE É CARO O CURSO QUE EU COBRO...

 

 

esse eu vi no google pesquisando quanto cobram por cursos de quadrinhos:

Ilustração e Introdução aos quadrinhos - Alfamídia

www.alfamidia.com.br/cursos/alfamidia-ilustracao-digital--ilustr...
Cursos Alfamídia. ... Valor: ver valor do curso. R$ 1.485,00 ... Princípios e noções básicas das histórias em quadrinhos. Unidade 1: Inferface do Photoshop



 aqui e o site dele com as informaçoe sobre o conteudo do curso, mas...

Alfamídia Ilustração Digital: Ilustração e Introdução aos quadrinhos

Valor:

Pré-requisitos
Noções de desenho e Photoshop básico.

Conteúdo Programático
O uso do photoshop na ilustração digital. Colorização, noções de luz e sombra, texturas e efeitos. Simulação de Jobs de Ilustração editorial e publicidade. Princípios e noções básicas das histórias em quadrinhos.

Unidade 1: Inferface do Photoshop
- Ferramentas mais utilizadas na ilustração

Unidade 2: Preparando uma ilustração escaneada
- Trabalhando com camadas (layers)

Unidade 3: Trabalhando com cores
- Luz e sombra

Unidade 4: Aplicando texturas, máscaras e outros efeitos.

Unidade 5: Tratamentos finais de cores

Unidade 6: Exercícios com Jobs reais de ilustração editorial e para publicidade.

Unidade 7: Conceitos e teorias sobre HQs (estilos, suportes, artistas, etc)
- Estudo de referências

Unidade 8: Criação de personagem

Unidade 9: Processo de criação de uma hq:
- Roteiro, desenho, arte-final, cores e letreiramento.

mas, como eu disse acima o valor deve ser um choque par ao interessado em fazer, pois ao clicar no
link em azul, destaque acima na pagina de site ele encaminha você pra cá 

Cadastre seu email para receber automaticamente, por e-mail, os valores deste curso.

Desejo receber a newsletter Alfamídia, com informações de cursos online e presencial, apostilas, eventos.


e lhe dá por email essa informação sobre o custo: veja: não interessante..ou desinteressante?..
é porque está acima da média dos outros concorrentes que ele não revela de imediato..mas no aníncio do google lá em cima, no início d amateria aparece o valor..confiram!


será que vale a pena?




escola quanta academia em são paulo:

Acontecerão em três períodos: MANHÃ, TARDE e NOITE na semana de
21 A 25 DE JULHO (de 2ª a 6ª feira).
Terão carga horária de 15 horas
– 3 horas de aula diárias.


No período da MANHÃ, as aulas acontecerão das 9h às 12h.

No período da TARDE, as aulas acontecerão das 15h às 18h.

No período da NOITE, as aulas serão das 19h às 22h.

ATENÇÃO – Alguns de nossos CURSOS RÁPIDOS serão oferecidos em DOIS HORÁRIOS diferentes. Ou seja, teremos UMA TURMA acontecendo no período da TARDE e OUTRA turma acontecendo no período da NOITE. Por exemplo: uma turma de PERSPECTIVA à
TARDE e outra turma de PERSPECTIVA à noite.

Assim, fique bem atento aos horários descritos no texto do curso
que você deseja frequentar.
 




- DESENHO – ESTRUTURA EM ANATOMIA, PERSPECTIVA E LUZ E SOMBRA – com GIL TOKIO
Faixa etária: a partir de 14 anos
Carga horária: 15 horas
De 21 a 25 de JULHO – Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h
Preço: R$ 330,00

- HISTÓRIAS EM QUADRINHOS – NARRATIVA SEQUENCIAL – com RONAN CLIQUET
Faixa etária: a partir de 14 anos
Carga horária: 15 horas
De 21 a 25 de JULHO – Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h
Preço: R$ 330,00

- ILUSTRAÇÃO – com ANDRÉ ROCCA
Faixa etária: a partir de 14 anos
Carga horária: 15 horas
De 21 a 25 de JULHO – Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h
Preço: R$ 330,00

- ANATOMIA – com OLAVO COSTA
Faixa etária: a partir de 14 anos
Carga horária: 15 horas
De 21 a 25 de JULHO – Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h
Preço: R$ 330,00

- PINTURA DIGITAL – com RONALDO BARATA
Faixa etária: a partir de 14 anos
Carga horária: 15 horas
De 21 a 25 de JULHO – Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h
Preço: R$ 550,00

- CURSO A SER CONFIRMADO -

 

LINK:QUANTA..CURSOS DE QUADRINHOS EM SÃO PAULO

ESSE OUTRO AQUI E DE FORTALEZA
 VEJA OS VALORES  E O TEMPO DE AULA..

Curso de Desenho

Matrículas abertas!!! 


Matricule-se já no curso de Desenho para 2014.2.
O curso regular de Desenho tem a duração de 5 meses. taxa de matrícula custa R$ 80,00 (com apostila e caderno de desenho inclusos) e mensalidade R$ 150,00. A idade mínima para o curso é de 14 anos
O curso de Desenho tem duas opções de horários:
Segundas e quartas de 19:00 às 20:30ou
Terças quintas de 19:00 às 20:30

No final do curso de Desenho os alunos deverão produzir um portfolio de 5 peças e uma delas será escolhida para fazer parte de uma exposição de seis meses no próprio estúdio.
Todos os cursos são para iniciantes e não há hierarquia entre eles.
O número de vagas é limitado! São apenas 15 alunos por turma. Não trabalhamos com reservas.
Maiores informações: (85) 3264-0051 (de segunda à sexta, de 14:00 às 18:00). Você também pode mandar um e-mail para daniel.s.brandao@gmail.com.

 TIREM SUAS CONCLUSOES NOVAMENTE...

 

CURSO D A IMPACTO QUADRINHOS..

nesse aqui do link abaixo, haja grana, tem ate cursos on-line, dizem preparar para o mercado norte americano, etc e tal,,bem por esse valor em 12 vezes...pudera!

link:QUERSUGRANA INSTIT DOS QUADRINHOS

Abertas inscrições para curso de quadrinhos!

Thursday, 12 de June de 2008, por Vinícius Schiavini
A PopArt Comics Studio e a Quanta Academia de Artes abriram as inscrições para os cursos de Desenho e Oficina de HQ.
O curso de Oficina de HQ trabalha o processo de ilustração (layout, composição gráfica, enquadramento, narrativa, criação e finalização de capas) de uma revista, como lidar com editores, prazos e pradrões.
Tem duração de 3 meses e é ministrada por Rafael Albuquerque, artista exclusivo da DC, e Mateus Santolouco, que teve trabalhos publicados por várias editoras, como Image e Boom! Studios.
A carga horária é de 36 horas, aos sábados (manhã e tarde).
O curso de Desenho trará as principais técnicas e ferramentas de narrativa para histórias em quadrinhos, desenho de observação, perspectiva, conceitos de luz e sombra, anatomia e movimento da figura humana.
São 3 módulos trimestrais, com carga horária de 36 horas, aos sábados, desenvolvidos pelos professores da Quanta, e são independentes.
Os dois cursos possuem o valor de R$470,00 (no caso do curso de Desenho, é o valor por módulo), ou 3 vezes de R$175,00.
A PopArt Comics Studio fica na Avenida Iguassu, 507 – Conjunto 204 – Porto Alegre/RS.
Para mais informações, só ligar no (51) 3338 3758.

Vinícius Schiavini queria morar em POA.

AQUI MAIS OUTRO VEJ AO VALOR:


Curso – DESENHO


NIVEL 1

N1 – DESENHO:
Manhã: Inicio dia 15/Fevereiro (INSCREVA-SE AQUI)
Tarde: Inicio dia 08/Fevereiro 
(INSCREVA-SE AQUI)

Desenho da Figura Humana (proporções gerais, anatomias masculina e feminina nos quadrinhos e ilustração, fisionomia e expressão aplicada à figura, dinâmica de movimento para animação e imagens), Luz & Sombra (texturização, trabalho com focos de luz, drapeamento) e Perspectiva (figura humana em perspectiva, cenários em 1, 2 e 3 pontos de fuga). Conteúdo aplicado às Histórias em Quadrinhos em Geral (sem distinção de estilo) e ao Desenho de Imprensa (Cartum caricatura, ilustração publicitária).
Horários:
Aos Sábados, com duas turmas:
MANHÃ: das 10h00min às 12h00min;
TARDE: das 13h00min às 15h00min;

Duração: 5 meses.
Valor:
 R$ 550,00 (Compre em até 12 vezes na DINAMO STORE)


esse é de BH Minas:

Curso de Quadrinhos em BH 

Por Renato Lebeau | 1 julho de 2009 


Estão abertas as inscrições para a nova turma do Curso de Quadrinhos no Centro Cultural UFMG, em Belo Horizonte. Acontecendo desde 2004, o curso é coordenado pelo premiado editor, roteirista e pesquisador Wellington Srbek, tendo aulas de desenho com o ilustrador Rubens Lima.
A proposta é apresentar aos alunos os principais elementos da arte dos quadrinhos, possibilitando que eles desenvolvam suas próprias criações. Voltado a pessoas que queiram se iniciar, aprimorar ou conhecer melhor essa fascinante linguagem artística, o curso terá duração de 4 meses (10 de agosto a 30 de novembro).
As aulas acontecerão às segundas e quartas, das 19h às 21h e os alunos inscritos receberão uma apostila com o resumo do curso.
Partindo de aulas expositivas amplamente ilustradas sobre a origem histórica, a linguagem e os principais artistas dos quadrinhos, o curso trará em seguida noções básicas de desenho de objetos, personagens e cenários.
Estas aulas iniciais servirão de base para a segunda parte do curso, na qual o professor acompanhará os alunos na produção de suas próprias histórias em quadrinhos, que ao final serão reunidas num fanzine.
A turma terá o máximo de 20 alunos e a idade mínima para se inscrever é de 12 anos. No momento da inscrição, deverá ser paga a taxa de R$ 30,00. As 4 mensalidades terão o valor fixo de R$ 80,00 e serão pagas ao longo do curso.

Curso de Quadrinhos

Horário: segundas e quartas, das 19h às 21h (10 de agosto a 30 de novembro).
Valores: taxa de inscrição de R$30,00 + 4 mensalidades de R$80,00.
Local: Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro, BH)
Mais informações e inscrições: (31) 3409-1090.
 esses sao d ePorto Alegre, RS:

Desenho da Figura Humana (proporções gerais, anatomias masculina e feminina nos quadrinhos e ilustração, fisionomia e expressão aplicada à figura, dinâmica de movimento para animação e imagens), Luz & Sombra (texturização, trabalho com focos de luz, drapeamento) e Perspectiva (figura humana em perspectiva, cenários em 1, 2 e 3 pontos de fuga). Conteúdo aplicado às Histórias em Quadrinhos em Geral (sem distinção de estilo), Jogos Digitais (arte conceitual de personagens e ambientes) e Desenho de Imprensa (Cartum, caricatura, Ilustração publicitária).
Horários: Aos Sábado MANHÃ (10h00min às 12h00min) ou TARDE (13h00min às 15h00min);
Duração: 5 meses.
Valor:
 R$ 550,00 (Compre em até 12 vezes na DINAMO STORE)
Local: No Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa.






Curso de mangá - Básico
:: Não é preciso ter conhecimento de desenho. ::
Construção do rosto Expressões Construção do corpo
Conteúdo do curso:
- construção do rosto;
- variação de idade e sexo;
- expressões faciais;
- construção do corpo;
- estrutura das mãos;
- estrutura dos pés;
- variações da anatomia;
- composição com dois ou mais personagens.
Horário: (Unidade Liberdade)
SEG TER QUA QUI SEX SÁB
Manhã (9:30 - 12:30) X X X X X
Tarde (14:30 - 17:30) X X X X X X
Noite (18:00 - 20:00) X
Mensalidade:
R$ 110,00 de dia de semana
R$ 120,00 de sábado
R$ 10,00 de taxa de matrícula
Material básico:
- prancheta;
- lápis ou lapiseira com grafite 2B;
- borracha macia;
- folhas sulfite A4.
Material complementar:
- papel vegetal ou de sêda.
Duração:
- 8 meses à 1 ano, fazendo uma aula por semana.




Poderá também gostar de:


AVISO:

Atenção..!! 

os links eu testei, (infelizmente, depois que postei aqui na página e muitos deles não vão direto a fonte, ou seja, o servidor que armazena esses links, só permitem baixá-los se vocÊ contratar os serviços do mesmo, ou seja, a disponibilidade gratuita não está funcionando. (pelo menos aqui na maioria desses links, se alguém conseguiu baixar, parabéns. vai ficar em observação, se não resolver, eu tirarei esses posts daqui). Esses links, eu copio dE outros blogs, e ponho aqui, não são da minha autoria. Pode ser que o problema seja do blog de origem (talvez), etc.

 GRATO PELA COMPREENSÃO!!

Entrevista Fábio Moon e Gabriel Bá

29 de setembro de 2007, 04h22
Comentários
Fábio Moon e Gabriel Bá
Fábio Moon e Gabriel Bá em Recife, durante o FIHQ
CONTADORES DE HISTÓRIAS
Por Paulo Floro
O qua­dri­nho inde­pen­dente naci­o­nal final­mente encon­trou um marco. A publi­ca­ção, em for­mato de fan­zine xero­cado da série 10 Pãezinhos, merece figu­rar como epi­só­dio impor­tante na his­tó­ria de nossa HQ. Fábio Moon e Gabriel Bá, irmãos qua­dri­nhis­tas de São Paulo, cri­a­ram a série em 1997 e hoje são reco­nhe­ci­dos no mundo com suas his­tó­rias sobre coti­di­ano urbano e por vezes, sur­re­a­lista. Este ano a série com­pleta 10 anos.
Atualmente, Moon e Bá tocam diver­sos pro­je­tos nos Estados Unidos e foram reco­nhe­ci­dos pela crí­tica espe­ci­a­li­zada, cul­mi­nando na indi­ca­ção para o Eisner Awards, o maior prê­mio da indús­tria de qua­dri­nhos norte-americana e o maior em rele­vân­cia no mundo. Mas o sucesso não apa­re­ceu do nada. Após a facul­dade, assi­na­ram vários tra­ba­lhos para diver­sas publi­ca­ções, a mai­o­ria ilus­tra­ção, entre elas a revista Recreio, da edi­tora Abril. Após mili­tar na inde­pen­dên­cia, os irmãos lan­ça­ram álbuns por edi­to­ras bra­si­lei­ras, entre elas a Devir e a Ediouro/Agir e con­quis­ta­ram prê­mios HQ Mix. Sua tra­je­tó­ria é ímpar. Subverteram a fór­mula de sucesso que con­sa­grou nomes bra­si­lei­ros lá fora, como Mike Deodato e Ed Benes ao lan­ça­rem um tra­ba­lho auto­ral longe de edi­to­ras gran­des como Marvel e DC.
Entre os tra­ba­lhos recen­tes da dupla estão a adap­ta­ção do conto O Alienista, de Machado de Assis, a série Umbrella Academy, dese­nhada por Bá, com rotei­ros de Gerard Way, voca­lista do My Chemical Romance e Casanova, com rotei­ros de Matt Fraction, dese­nha­dos por Moon. O GRITO! con­ver­sou com os irmãos durante o FIHQ – Festival Internacional de Humor e Quadrinhos de Pernambuco, onde eles minis­tra­vam oficina.
The Umbrella Academy
Cena de Umbrella Academy, de Gabriel Bá e Gerard Way

Já afir­ma­ram em entre­vis­tas que mui­tos lei­to­res no exte­rior não sabem que o artista que estão lendo é bra­si­leiro, como Deodato, Ed Benes. Como é a rela­ção com o público de fora? Eles reco­nhe­cem o tra­ba­lho de vocês como sendo de “artis­tas bra­si­lei­ros”?

Fábio Moon: Nossos títu­los por mais inde­pen­den­tes que sejam estão rela­ci­o­na­dos à gente como artis­tas. Não só como o cara que vai dese­nhar, mas como pes­soa. Eu vou com­prar aquele gibi por­que o Fábio que faz ou por­que o Gabriel que faz. Então disso veio a curi­o­si­dade de saber quem é o Fábio e quem é o Gabriel. A pri­meira coisa que eles [os fãs ame­ri­ca­nos] des­co­brem é que somos gêmeos (risos), e a segunda coisa que somos bra­si­lei­ros. Quando ini­ci­a­mos um tra­ba­lho e apa­re­ce­mos para divul­gar, as pes­soas vêem com curi­o­si­dade, “olha lá os gêmeos”. Além disso, usa­mos o cená­rio de São Paulo, do Brasil, tudo isso são carac­te­rís­ti­cas mar­can­tes que dife­ren­ciam nosso tra­ba­lho. O impor­tante é que tudo foi feito pela gente, não dese­nha­mos o Homem-Aranha e sim cri­a­ções nossas.
Qual o pri­meiro con­tato que tive­ram com qua­dri­nhos? Podem con­tar alguma his­tó­ria?
Gabriel Bá: Putz!, acho que foi Mônica. Depois conhe­ce­mos Disney e então Mad, e só então super-heróis. Dos super-herois, des­co­bri­mos qua­dri­nhos euro­peus, mais ou menos na mesma época que des­co­bri­mos Chiclete Com Banana e Piratas do Tietê. Junto com Mad, os livri­nhos que tínha­mos eram livri­nhos de tiras, Garfield, Calvin e Haroldo. Acompanhávamos super-heróis quando fomos bus­car coi­sas mais lon­gas. Foi quando apa­re­ce­ram as pri­mei­ras Graphic Novels. Naquela época a gente com­prava tudo que caía na banca.
E o que influ­en­ciou na for­ma­ção artís­tica?
Gabriel: O que influ­en­ciou foi dese­nhar e ler de tudo. Testávamos tudo, copiá­va­mos Spy VS Spy, Angeli, Larte, Glauco. Fazíamos nossa ver­são com o dese­nho do Glauco, do Angeli, do Garfield e de um monte de gente. Com o tempo dese­nhar era cada vez mais natu­ral e per­ce­be­mos que era pre­ciso dese­nhar sem ficar olhando os outros, e assim cri­a­mos nosso estilo. Ler Jorge Amado na escola tam­bém nos influ­en­ciou muito. Um bando de jovens com pro­ble­mas em Salvador, e como éramos jovens pen­sá­va­mos: “putz podia ser eu”. Aquilo nos mar­cou muito. Toda his­tó­ria que a gente lia nos livros ten­ta­mos pas­sar para os quadrinhos.
Fábio: Tem tam­bém o Sherlock Holmes, com suas his­to­rias de que­bra cabeça. A gente ficava mon­tando as peças e ten­tando des­ven­dar o final.
Alguma his­tó­ria sobre encon­tros com ídolos dos qua­dri­nhos?
Gabriel: Foi muito bom a pri­meira vez que a gente con­ver­sou com Frank Miller. Estávamos publi­cando um livro cha­mado Autobiografix, com his­tó­rias auto­bi­o­grá­fi­cas e tinha uma his­tó­ria dele no livro . Como a edi­tora era a mesma [Dark Horse Comics], ela mos­trou nosso tra­ba­lho pra ele. Quando con­ver­sa­mos, ele já tinha visto nosso tra­ba­lho, nos­sas his­to­rias. Então, não falou como se fosse fã, ele con­ver­sou conosco como se fosse igual e disse: “Pô, eu vi sua his­to­ria, aquilo ficou bem legal, aquilo fun­ci­o­nou, etc” e foi muito bom con­ver­sar com ele de igual para igual. Quando encon­tra­mos Jeff Smith, ele sem­pre pára pra con­ver­sar conosco, presta aten­ção no que mos­tra­mos, lem­bra nos­sos nomes. Por isso tra­ta­mos com a mesma seri­e­dade as pes­soas que estão começando.
Os qua­dri­nhos ven­di­dos em livra­rias cres­ce­ram muito. O que acham desse com­por­ta­mento recente do mer­cado bra­si­leiro de HQ’s?
Gabriel: Eu não acho que há perda de público. Mudou um pouco o público, por­que são publi­ca­ções dife­ren­tes. São tipos dife­ren­tes de his­to­rias que bus­cam outro público, então acre­dito que isso amplia ainda mais o alcance que os qua­dri­nhos podem ter.
Vocês ainda publi­cam revis­tas, mesmo com álbuns lan­ça­dos por várias edi­to­ras em livra­rias, certo?
Gabriel: A revista que faze­mos é inde­pen­dente, não vão pras ban­cas. São ven­di­das ape­nas em lojas espe­ci­a­li­za­das e são fei­tas em quan­ti­da­des peque­nas, geral­mente mil exem­pla­res. Então não esta­mos bus­cando outro público. Queremos atin­gir todo tipo de público, mas é um tipo dife­rente de tra­ba­lho que envolve outro tipo de pro­du­ção, tem outro tipo de venda. Às vezes, deci­di­mos não espe­rar con­cluir dez his­tó­rias cur­tas para lan­çar um livro, a gente faz uma revista naquele momento. É inde­pen­dente por causa disso.
O que andam acom­pa­nhando?
Gabriel: Estávamos lendo Bone, que aca­bou. Acompanhava Strangers In Paradise, aca­bou. Lobo Solitário, que tam­bém aca­bou (risos). Estamos lendo agora Samurai Executor e eu 100 Balas, só que a publi­ca­ção tá com­pli­cada, já que eu lia os livros, e agora só sai em revis­tas [A Opera Graphica publi­cava a série em álbuns de luxo. Ao adqui­rir os direi­tos, a Pixel deci­diu reco­me­çar a série lan­çando em ban­cas no for­mato de espe­ci­ais]. Não temos com­prado mui­tas revis­tas de linha, em série, só mesmo álbuns e espe­ci­ais com his­tó­rias fechadas.
Como foi a sen­sa­ção de rece­ber a notí­cia da indi­ca­ção ao Will Eisner?
Gabriel: Foi muito bom! Foi uma sur­presa enorme. A gente conhe­ceu outros artis­tas ame­ri­ca­nos, então, um dia antes da indi­ca­ção, um des­ses artis­tas falou que rece­beu um email da orga­ni­za­ção e nos dava para­béns pela indi­ca­ção. Até então não sabía­mos de nada. Pensamos: “ele rece­beu um email e a gente não, então acho que não fomos indi­ca­dos”. Na manhã seguinte, fomos ver a lista dos indi­ca­dos já desa­ni­ma­dos. Quando vimos nos­sos nomes em uma das indi­ca­ções foi uma puta sur­presa! Inacreditável. Até agora eu ainda não to acreditando.
Mas vocês já ganha­ram mui­tos prê­mios aqui no Brasil.
Gabriel: É, aqui no Brasil a gente ganhou muito prê­mio HQ Mix e Angelo Agostini. Acho que é pelo fato de sem­pre fazer coi­sas novas que resulta nessa valo­ri­za­ção. E o publico reco­nhece o trabalho.
Meu Coração, Não Sei Por Quê.
As duas capas do álbum Meu Coração Nao Sei Porque. À direita, a segunda edição
Fala um pouco sobre Umbrella Academy.
Gabriel: O gibi foi pras ban­cas norte-americanas hoje, ainda não sei como foi a res­posta do publico. Com rela­ção ao fala­tó­rio em torno do Gerard Way como rotei­rista, acre­dito que isso ajuda a criar uma expec­ta­tiva muito grande para a série, sobre­tudo por­que se espera muito dele, ao mesmo tempo em que se tem uma expec­ta­tiva que seja uma decep­ção por­que ele é músico. A his­tó­ria é legal e acho que vai sur­pre­en­der muita gente.
O que acha da música do My Chemical Romance?
Gabriel: Eu não gosto muito não. Não é meu tipo de musica. É bem feita, mas não sou fã das temá­ti­cas das letras. Tem só uma música que achei legal, uma das últi­mas por­que é a mais ani­ma­di­nha. E tem uma influên­cia de rock que me agrada mais. As outras não gosto.
O que vocês ouvem?
Um pouco de tudo. Cartola, Strokes, Lily Allen, Chico Buarque. Ouvimos tam­bém muita musica clás­sica por­que é mais calma e não inter­fere tanto. É bom pra rela­xar, e não nos envol­ve­mos com a letra. Quando pen­sa­mos na letra, não pres­ta­mos aten­ção no trabalho.
Ei ia per­gun­tar jus­ta­mente isso. Vocês escu­tam música enquanto tra­ba­lham?
Gabriel: Não muito. Quando tra­ba­lha­mos jun­tos sem­pre esta­mos con­ver­sando, dando opi­nião no tra­ba­lho do outro e pra isso a gente tem que parar a música. Não dá pra tra­ba­lhar de walk man tam­bém por causa disso. Toca muito tele­fone lá no estú­dio então a gente tem que parar o tempo todo pra aten­der. São esses moti­vos que não escu­ta­mos muita música pra trabalhar.
Mesmo sendo uma adap­ta­ção lite­rá­ria, O Alienista tem muito do estilo pes­soal de vocês. Como foi a cons­tru­ção do álbum?
Gabriel: No caso do Alienista a his­tó­ria era muito legal e já estava muito bem resol­vida. Só muda­mos um pouco a ordem em que as coi­sas acon­te­ciam. Nossa influên­cia e nossa marca em cima da his­tó­ria ficou mesmo na dia­gra­ma­ção e no jeito de con­tar a his­tó­ria. Tínhamos muito pano pra manga. Adaptamos um conto que tinha umas 20 pagi­nas e ficou uma his­to­ria de 60. O texto ori­gi­nal era bom, não era um por­tu­guês arcaico inin­te­li­gí­vel, então deu para usar o texto no ori­gi­nal, mudando pouca coisa. Machado de Assis é um cara que narra muito, des­creve muito as coi­sas e a gente tinha que ter uma fala de vez em quando. Muito do que era des­crito a gente mos­trou em ima­gens. Então nosso estilo foi impor­tante nisso: saber o que podia trans­for­mar em ima­gem e saber apro­vei­tar o texto ao máximo.
Qual o futuro do qua­dri­nho naci­o­nal?
Gabriel: Não faço a menor idéia. Mas acre­dito que tere­mos mais qua­dri­nhis­tas, esta­mos numa boa fase, com mais gente que tá dando a cara pra bater sem se impor­tar muito com “ah não vai dar pra ganhar dinheiro, vamos fazer outras coi­sas entao”. Temos tam­bém uma vari­e­dade muito grande de qua­dri­nhos estran­gei­ros sendo publi­cado aqui, então as pes­soas vêem que existe outro tipo de qua­dri­nhos e que é pos­sí­vel fazer, criar e pro­du­zir coi­sas dife­ren­tes. Vem mais coi­sas por aí, mas vai cres­cendo aos pou­qui­nhos. Não vejo nenhum mila­gre acon­te­cendo num espaço curto de tempo.
Novidades sobre os dez anos de 10 Pãezinhos?
Gabriel: Estamos pro­du­zindo segun­das edi­ções de todos os livros que já esta­vam esgo­ta­dos (Meu Coração, Não Sei Porque, O Girassol e a Lua, Crítica), todos com uma capa nova, menos o Crítica. Vamos fazer uma edi­ção espe­cial com as his­to­rias cur­tas que tinham nos fan­zi­nes por­que são his­tó­rias que quase nin­guém viu. Eram só umas cem cópias e ape­nas ami­gos da facul­dade com­pra­ram. Vai ser­vir para mos­trar que tudo começa pequeno e ruim e vai evo­luindo com o tempo. Também vai ser­vir para mos­trar nos­sas influên­cias e o que acon­te­ceu na nossa vida naquela época e como isso refle­tiu no nosso tra­ba­lho. O livro deve ficar pronto em outu­bro ou novembro.
Já conheci pes­soas que não cos­tu­mam ler qua­dri­nhos, mas cur­tem o tra­ba­lho de vocês. Nesses mais de 10 anos, con­se­gui­ram tra­çar um per­fil de seus lei­to­res?
Gabriel: Não muito. Quando a gente cria algum qua­dri­nho, pen­sa­mos muito no publico que não lê qua­dri­nhos, por que o mais impor­tante pra gente mesmo é a his­to­ria. Pensamos em quem não está acos­tu­mado com a lin­gua­gem. E con­ta­mos his­tó­rias que gos­ta­mos de ler em livro, ver em fil­mes e qual­quer pes­soa possa se identificar.
Estúdio de Moon E Bá
Local de tra­ba­lho de Moon e Bá, no estú­dio dos dois em São Paulo

 

A Marvel Comics lançará uma nova revista de Ka-Zar esta semana, no dia 8 de junho.
Ka-Zar #1 terá roteiro de Paul Jenkins, com arte e capa de Pascal Alixe.
Nesta aventura, Ka-Zar enfrenta problemas com a queimada da Terra Selvagem e o retorno da misteriosa tribo Ether.
Ka-Zar, o senhor da Terra Selvagem, foi criado em 1936 como uma cópia mal disfarçada de Tarzan. O personagem, na época chamado de David Rand, surgiu nas revistas pulps publicadas por Martin Goodman (o proprietário da Timely e Marvel Comics) no selo da Manvis Publications.
A estreia nos quadrinhos aconteceu em 1939, pelas mãos de Ben Thompson, adaptando uma história de Bob Byrd. Nesta fase, as histórias do personagem aconteciam na África e Zabu era um leão. O personagem ressurgiu em março de 1965, em The X-Men #10 - uma aventura escrita por Stan Lee e ilustrada por Jack Kirby -, como Kevin Plunderer, acompanhado pelo tigre de dentes de sabre Zabu.
Veja ao lado e abaixo algumas páginas de Ka-Zar #1.
Ka-Zar #1Ka-Zar #1Ka-Zar #1Ka-Zar #1Ka-Zar #1Pascal Alixe: Ka-Zar #3

http://s2.torbit.com/img/4f1c340f1f200c7089d370ebdb2b9cb1b38ea056-KAZAR_1_Preview4.jpghttp://s2.torbit.com/img/bee880543a174cd7520325cd41c3bf8dda5a9f12-KAZAR_1_Preview3.jpghttp://s1.torbit.com/img/a68cb1b1f0fe643592417ff0ea0bbb3c9757d863-KAZAR_1_Preview1.jpghttp://s1.torbit.com/img/2b7610d414e387ad8eaf5dedc6bdd3ad7d8b5804-KAZAR_1_Preview2.jpg





Ultra-raptor, the largest of the scythe-toe dinosaurs, is also multi-articulated with 43 points of articulation.
Make them fight!!
Or make them play!!
Y'all come back now, y'hear!?

http://www.toymania.com/customcorner/cc22/savage.shtml


 

Nova editora de quadrinhos divulga seus títulos

O Grupo Editorial Autêntica acaba de divulgar que vai atuar no segmento de Histórias em Quadrinhos.

Para tanto, chega ao mercado a Editora NEMO, que lançará seus primeiros títulos no próximo mês de julho. A proposta da nova marca é reunir nomes consagrados das HQs e autores brasileiros contemporâneos.

Com a coordenação de Wellington Srbek, roteirista, editor e pesquisador de quadrinhos, a editora publicará suas obras no formato álbum.

A direção executiva da nova editora ficará a cargo de Arnaud Vin, francês radicado no Brasil há mais de 20 anos. Ele é também o responsável pelo desenvolvimento das versões digitais dos títulos, que serão disponibilizadas em breve para as plataformas iOS (iPhone, iPad) e Android, nas versões português, inglês, espanhol e francês.

Confira os títulos divulgados pela editora:

Coleção Moebius - Arzach - Coleção no formato europeu original, com as histórias clássicas de Arzach, criação de Jean Giraud, também conhecido como Moebius.

Ciranda Coraci (Série Mitos Recriados em Quadrinhos), de Wellington Srbek e Will - A história do herói Coraci (o Sol) e de sua noiva Jaci (a Lua) é recriada em formato de quadrinhos.

O Senhor das Histórias (Série Mitos Recriados em Quadrinhos), de Wellington Srbek e Will - Nas páginas deste álbum, o leitor conheçe Anansi, o Senhor das Histórias e descobre a resposta para a pergunta “de onde vêm as histórias?”.

Corto Maltese - A Juventude, de Hugo Pratt - Inédita no Brasil, a aventura que mostra Corto Maltese em sua juventude chega com as características da edição europeia, em cores e capa dura.

Dom Casmurro de Machado de Assis, de Wellington Srbek e José Aguiar - Um dos principais clássicos de nossa literatura ganha versão em quadrinhos.

Coleção Moebius - Pesadelo Branco & Outras Histórias - Segundo volume da Coleção Moebius.

Coleção Shakespeare em Quadrinhos - Os principais clássicos de um dos maiores nomes da literatura internacional ganham a forma de HQs produzidas por novos talentos dos quadrinhos brasileiros, com os títulos:

Romeu e Julieta, por Marcela Godoy e Roberta Pares.

Sonho de uma Noite de Verão, por Lillo Parra e Wanderson de Souza.

Otelo, por Jozz e Akira Sanoki.

Hamlet, por Wellington Srbek e Alex Shibao.

E ainda Macbeth, Rei Lear e A Tempestade.

Coleção História & Quadrinhos: coleção de álbuns inéditos que narram alguns dos momentos mais marcantes de nossa história. Já estão programados A Guerra de Palmares e A Luta Contra Canudos.

MobiComics: a primeira loja brasileira de quadrinhos digitais!


Não há duvidas de que o futuro dos quadrinhos passa pelo meio digital. Se já tínhamos os smartphones e os media players portáteis, nos últimos anos, o surgimento e a disseminação dos tablets forneceram as plataformas ideias para a veiculação e leitura eletrônica de HQs. A verdade é que a história dos quadrinhos digitais está apenas começando, e já fazemos parte dela!

Acaba de estrear a MobiComics: primeira loja brasileira de quadrinhos digitais para iPhone, iPad e iPod Touch. Disponibilizando HQs em português e dando destaque especial a trabalhos de autores brasileiros, a loja digital será um espaço aberto a autores e editoras que queiram comercializar seus trabalhos no meio digital. (Enquanto o aplicativo não está disponível ainda, todos podem ver uma apresentação da loja, clicando aqui.)

Além dos lançamentos nacionais da Editora NEMO e de trabalhos de quadrinistas independentes, a MobiComics também está aberta à veiculação de álbuns, revistas e coletâneas de quadrinhos lançadas por outras editoras. O objetivo principal da loja digital é valorizar as HQs brasileiras, oferecendo aos leitores de língua portuguesa um acervo amplo e diversificado, no qual a qualidade das obras seja o diferencial.

MobiComics é isso: a mobilidade das plataformas digitais aplicada à sua coleção de quadrinhos brasileiros. O melhor de nossas HQs, ao alcance de um clique!

Curso de Extensão em Reportagem em Quadrinhos


Curso de Extensão:
Reportagem em Quadrinhos


Desenho de Maumau
***
O quê: curso de reportagens em quadrinhos
Com quem: Augusto Paim, jornalista cultural e escritor
Quando: sextas-feiras, das 14h às 18h, de 1º a 22 de julho
Onde: PUC RS
Inscrições: até 27 de junho
***

Quer aprender a trabalhar com um novo gênero do jornalismo que é uma tendência seguida por jornais como a Folha de São Paulo e o argentino La Nacion? A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) oferecerá em Porto Alegre um Curso de Extensão inédito sobre reportagens em quadrinhos. Serão 20 horas-aula, divididos em quatro encontros, sempre às sextas-feiras, a partir do dia 1º de julho. A proposta é unir teoria e prática: os alunos não só serão estimulados a refletir sobre o uso da linguagem dos quadrinhos no jornalismo, como também participarão de uma sala de redação visando à produção de reportagens nesse formato.
O curso é aberto para estudantes da PUC e para o público em geral. Não é exigido ter conhecimentos de quadrinhos. Também NÃO é necessário saber desenhar: para fins didáticos, serão usadas fotografias. No curso, o aluno aprenderá ainda sobre a escrita de roteiros e o uso de técnicas narrativas, que podem ser aplicadas em qualquer linguagem – especialmente no cinema, que têm muitos pontos em comum com os quadrinhos, haja vista que todo filme começa com um roteiro e um storyboard.
O Jornalismo em Quadrinhos surgiu na década de 1990, com os livros-reportagens sobre conflitos bélicos do jornalista maltês Joe Sacco. Já no século 19, no entanto, havia experiências nesse formato. Agora surge uma nova geração internacional de HQ-repórteres e de veículos especializados, como http://www.cartoonmovement.com/ e o http://www.newsmanga.com/, este último uma experiência pioneira com mangás jornalísticos diários. Veículos tradicionais também têm publicado reportagens em quadrinhos, haja vista que essa pode ser uma saída para impedir o fim do jornalismo impresso, ao atrair novos leitores de jornais. O gênero também tem sido trabalhado em biografias e outras formas de não-ficção em quadrinhos.
Para saber mais sobre o Jornalismo em Quadrinhos, a sua história e a nova safra de HQ-repórteres, leia esta reportagem publicada na edição de março da Revista da Cultura.

***
Objetivos do curso: incentivar a reflexão sobre o gênero Jornalismo em Quadrinhos a partir da experiência prática; estimular a produção de reportagens em quadrinhos por meio de orientação especializada; qualificar a produção e a reflexão teórica sobre Jornalismo em Quadrinhos através da introdução e aprofundamento do tema no ambiente da Graduação.
Ementa: a linguagem dos quadrinhos aplicada ao jornalismo; a pauta, a apuração e a edição no Jornalismo em Quadrinhos.
Pré-requisitos: nenhum. Apenas são recomendáveis conhecimentos prévios sobre jornalismo em geral.
Programa
Aula 1 - Palestra "Elementos da Narrativa em Quadrinhos" + reunião de pauta
Aula 2 - Apresentação das apurações + decupagem dos temas
Aula 3 - Roteiro + Edição
Aula 4 - Apresentação das reportagens + Avaliação
Ministrante do curso: Augusto Paim é jornalista cultural, escritor e tradutor. Atualmente, cursa o Mestrado em Teoria da Literatura na PUC RS e trabalha como jornalista cultural freelance. Já publicou reportagens nas revistas Continuum, Norte, Aplauso e Revista da Cultura. Em 2009, traduziu para o português o livro Johnny Cash - uma biografia, premiada obra do quadrinista alemão Reinhard Kleist. Em 2010, foi curador e organizador do I Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos. No mesmo ano, fez uma reportagem em quadrinhos sobre o Esporte Clube Juventude, com a quadrinista Ana Luiza Koehler. Agora trabalha em uma reportagem em quadrinhos sobre o Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro, para o site Cartoon Movement. Desde 2007, ministra palestras sobre quadrinhos em escolas e universidades. Mantém os blogs http://www.cabruuum.blogspot.com/, sobre HQ, e http://www.augustfest.blogspot.com/, sobre jornalismo e literatura.
Resumo das informações
Carga horária: 20 horas-aula.
Período: De 1º a 22 de julho de 2011.
Dia e horário: sextas-feiras, das 14h às 18h.
Datas: 1º, 8, 15 e 22 de julho de 2011.
Local: PUC de Porto Alegre

Vagas: 15 a 20.
Investimento: R$ 324 para alunos, diplomados, professores e funcionários da PUCRS; R$ 360 para o público em geral.
Inscrições: até 27 de junho.
Onde se inscrever: Av. Ipiranga, 6681, Prédio 15, sala 112, telefone (51) 3320 3727.
Outras informações: com o ministrante Augusto Paim (augusto.paim [@] gmail.com) ou com o coordenador Luciano Klöckner, no telefone (51) 3320 3727, de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h15min, ou no site.





Esse  desenho aqui esta na página de arquivos, acima, nos links, abaixo do nome do cabeçalho. procurem por mais este e outros que coloquei e estare colocando nesta página. Para seus olhos e apreciação. qualquer coisa comentem ou mandem e-mails. ficarei contente com a opinião de vocês.



Mestres do Desenho - Ed Benes

Mestres do Desenho - Ed Benes


Putz! Mas vou contar uma coisa pra vocês - essa 'safra' de desenhistas do norte-nordeste deste nosso Brasil varonil tá arrebentando geral nos traços e continuam botando muito 'papa' dos desenhos no bolso!
Não conhecia ainda este mestre do traço que vem de uma cidadezinha no interior do Ceará ( Limoeiro do Norte ) e que é contratado da DC Comics - José Edilbenes Bezerra.
Danda uma zapeada pela net deparei-me com uns desenhos que me chamaram muito a atenção, principalmente pela sensualidade das personagens e que, depois de uma breve pesquisa, pude conhecer o trabalho deste fantástico desenhista.
Consta do 'currículum' de Ed Benes figuras conhecidas do aficcionados em HQ - Batman, Liga da Justiça, Super Homem, Electra, Mulher Maravilha etc, entre outros.

" Em Limoeiro do Norte, no interior do Ceará, onde as carroças ainda disputam espaço com motos e bicicletas nas ruas, todos conhecem José Edilbenes Bezerra, de 36 anos, como "aquele que desenha". Desde os 18, quando deixou de fazer bicos em uma fábrica de filtros e de trabalhar como servente de pedreiro, ele passa até onze horas por dia, incluindo sábados e domingos, sentado numa escrivaninha com o lápis em punho. Mesmo sem entender inglês nem nunca ter saído do país, Edilbenes é contratado exclusivo da poderosa DC Comics, a segunda maior editora de quadrinhos dos Estados Unidos, detentora de títulos como Batman e Superman. "

Leia mais sobre este mestre do desenho: http://limoeirodonorte.blogspot.com/2009/06/ed-benes-de-limoeiro-do-norte-para-o.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Edilbenes_Bezerra

É por estas e outras que eu tenho cada vez mais orgulho de ser brasileiro - eta gente talentosa!


Electra - Personagens femininas sensuais são um dos pontos fortes de Ed Benes

Red Sonja

Mestres do Desenho - Mike Deodato Jr.

Mestres do Desenho - Mike Deodato Jr.

 
Do pequeno estado da Paraíba nos aparece este desenhista - que, na minha humilde opinião, bota muito desenhista veterano no chinelo - com traços firmes, enérgicos e cheios de personalidade. Trabalhou na Marvel e na DC Comics. Para quem se liga em quadrinhos já deve conhecer ou ter ouvido falar (muito) dele.

" Se tornou conhecido no mercado americano e mais ainda no brasileiro ao desenhar em 1994 a "Mulher-Maravilha" (DC Comics). Antes, em 1992, ele já tinha feito um trabalho para a Malibu Comics (Santa Claws, conhecido como "Noite Mortal" no Brasil). Contratado pela Marvel Comics, ele ilustraria vários heróis conhecidos tais como "Os Vingadores", "Thor", "Hulk", além da revista mensal de "Elektra" dentre muitos outros. Pela Image Comics desenhou Glory, publicada no Brasil.

O traço "clássico" de Deodato apesar de lembrar ilustres antecessores (Frank Frazetta, Neal Adams, Will Eisner) tem um domínio do claro-escuro digno de nota, seja em preto-e-branco ou colorido. O traço "comics" de Deodato, apesar de ter a agilidade típica dos quadrinhos norte-americanos, inicialmente influenciado pelo desenho de Jim Lee, passeia entre a caricatura e o desenho estilizado-realista."


Saiba mais:http://pt.wikipedia.org/wiki/Mike_Deodato_Jr. 







Esta postagem foi permitida pelo próprio artista - via Twitter.

Obrigado , Mike. =)
Grande abraço.

atenção. 
não ganho nada divulgando esses links de material de desenho. é somente para ajudar os futuros quadrinhistas, que serão vocês, e para auxiliá-los tem este material ai e mais , colocarei aqui, caros amigos.
Tenho a ganhar sim, a amizade de vocês. Boa Diversão!!
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